"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Venha comigo meu pequeno, que eu serei bem porca!!!

Numa das mesas do restaurante onde costumo almoçar às sextas-feiras estava o mendigo K. Estava com um aspecto saudável e com os olhos brilhantes de felicidade. Contava a um sujeito da mesma idade e da mesma laia dele, sentado a sua frente, que havia passado a noite num pequeno puteiro que existe aqui na cidade, ali pelos lados das oficinas de automóveis. Até aí tudo bem! Quem é que não tem uma recaída dessas de vez em quando? O que me chamou a atenção foi ao ouvi-lo dizer: Conheci uma mulher que se dizia neta de uma senhora que foi dona de uma das mais luxuosas casa de prostituição de Planaltina, anos 60. Chamava-se J. e falava francês fluentemente. Estava encostada no esqueleto de uma kombi que havia pertencido a uma associação de fundadores da cidade.  "seu rosto estava iluminado por um cigarro, sorrindo-me através de duas aberturas talhadas no pó de arroz e orladas de negro, me disse:  Viens avec moi mon petit. Je serai bien cochonne! Ele repetiu esta frase em francês ao seu colega de mesa e depois a traduziu: Venha comigo, meu pequeno. Eu serei bem porca!

3 comentários:

  1. http://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/candidiase-uma-das-principais-queixas-das-mulheres/

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  2. http://veja.abril.com.br/saude/chuva-dourada-fetiche-de-urinar-no-parceiro-traz-risco-a-saude/

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  3. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2017/02/01/interna_mundo,569739/abracadora-profissional-ganha-ate-r-40-mil-para-abracar-homens-care.shtml

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