domingo, 9 de outubro de 2011

ESCUTE COM ATENÇÃO...



Mesmo que você não entenda nada desse idioma, não se preocupe. Acione sua intuição! A voz, a música e a máscara que você ouve e vê só querem lhe recordar de algo que já sabes e que estás exausto de saber sobre o agiotismo oficial, sobre os bancos e sobre os banqueiros, essa legião de hienas que, do anonimato, vive especulando com tua pele, com teu sangue e até com tuas entranhas.


[Os banqueiros criam recessões e depressões para assim poderem exercer um maior controle sobre as estruturas politicas e sociais. Controlam a polícia, a mídia, a educação e os programas de governo (...) Os banqueiros criam e financiam as zonas de guerras nos dois lados do conflito (...) São os banqueiros que orquestram a fome, a pobreza, as "necessidades" das massas e principalmente o Sistema Educacional com o objetivo de manter o povo na mediocridade e assim ser guiado facilmente como ovelhas (...) Os banqueiros lavam o dinheiro das drogas e as mantem ilegais (...) A liberdade (e os cartões de crédito) que nos concedem tem mais ou menos a seguinte condição: mas não me encham nem me apurrinhem o saco!!! Como simpatizar com esses banguesters que sempre financiaram e sempre estiveram por trás dos maiores absurdos sociais? (...) Os banqueiros são o problema, e me parece muito claro que mais cedo ou tarde o publico não terá outra opção que iniciar uma caça a eles. Serão perseguidos e caçados como os responsáveis por tudo que há de insano e de perigoso. Eles são uma praga e tão perigosos como qualquer epidemia...]

ESCUTE COM ATENÇÃO...



Mesmo que você não entenda nada desse idioma, não se preocupe. Acione sua intuição! A voz, a música e a máscara que você ouve e vê só querem lhe recordar de algo que já sabes e que estás exausto de saber sobre o agiotismo oficial, sobre os bancos e sobre os banqueiros, essa legião de hienas que, do anonimato, vive especulando com tua pele, com teu sangue e até com tuas entranhas.


[Os banqueiros criam recessões e depressões para assim poderem exercer um maior controle sobre as estruturas politicas e sociais. Controlam a polícia, a mídia, a educação e os programas de governo (...) Os banqueiros criam e financiam as zonas de guerras nos dois lados do conflito (...) São os banqueiros que orquestram a fome, a pobreza, as "necessidades" das massas e principalmente o Sistema Educacional com o objetivo de manter o povo na mediocridade e assim ser guiado facilmente como ovelhas (...) Os banqueiros lavam o dinheiro das drogas e as mantem ilegais (...) A liberdade (e os cartões de crédito) que nos concedem tem mais ou menos a seguinte condição: mas não me encham nem me apurrinhem o saco!!! Como simpatizar com esses banguesters que sempre financiaram e sempre estiveram por trás dos maiores absurdos sociais? (...) Os banqueiros são o problema, e me parece muito claro que mais cedo ou tarde o publico não terá outra opção que iniciar uma caça a eles. Serão perseguidos e caçados como os responsáveis por tudo que há de insano e de perigoso. Eles são uma praga e tão perigosos como qualquer epidemia...]

JORGE LUIS BORGES/ Ou o espelho nas elocubrações imaginárias de um cego.


"Para el supersticioso, hay una necesaria conexión no sólo entre un balazo y un muerto, sino entre un muerto y una maltratada efigie de cera o la rotura profética de un espejo".

"Aplicada la conjetura al tango argentino, veríamos en éste un
espejo de nuestras realidades y a la vez un mentor o un modelo, de influjo ciertamente maléfico".

"Las alcobas profundas donde arde en quieta llama la caoba y el
espejo de tenues resplandores es como un remanso en la sombra".

"El silencio que habita los
espejos há forzado su carcel".

"Barrio con lucidez de pesadilla al pie de los otros, tus
espejos curvos denuncian el lado de fealdad de las caras, tu noche calentada en lupanares pende de la ciudad".

"Los cabalistas entendieron que el hombre es un microcosmo, un simbólico
espejo del universo".

"Vi interminables ojos inmediatos escrutándose en mí como en um
espejo, vi todos los espejos del planeta y ninguno me reflejó".

"Sin una eternidad, sin un
espejo delicado y secreto de lo que pasó por las almas, la historia universal es tiempo perdido, y en ella nuestra personal - lo cual nos afantasma incómodamente".

"Los goces de este mundo serian los tormentos del infierno, vistos ao revés en un
espejo".

"En vano quiero distraerme del cuerpo y del desvelo de un
espejo incesante".

"Yo, de niño, temía que el
espejo me mostrara otra cara o una ciega máscara impersonal que ocultaría algo sin duda atroz...".

JORGE LUIS BORGES/ Ou o espelho nas elocubrações imaginárias de um cego.


"Para el supersticioso, hay una necesaria conexión no sólo entre un balazo y un muerto, sino entre un muerto y una maltratada efigie de cera o la rotura profética de un espejo".

"Aplicada la conjetura al tango argentino, veríamos en éste un
espejo de nuestras realidades y a la vez un mentor o un modelo, de influjo ciertamente maléfico".

"Las alcobas profundas donde arde en quieta llama la caoba y el
espejo de tenues resplandores es como un remanso en la sombra".

"El silencio que habita los
espejos há forzado su carcel".

"Barrio con lucidez de pesadilla al pie de los otros, tus
espejos curvos denuncian el lado de fealdad de las caras, tu noche calentada en lupanares pende de la ciudad".

"Los cabalistas entendieron que el hombre es un microcosmo, un simbólico
espejo del universo".

"Vi interminables ojos inmediatos escrutándose en mí como en um
espejo, vi todos los espejos del planeta y ninguno me reflejó".

"Sin una eternidad, sin un
espejo delicado y secreto de lo que pasó por las almas, la historia universal es tiempo perdido, y en ella nuestra personal - lo cual nos afantasma incómodamente".

"Los goces de este mundo serian los tormentos del infierno, vistos ao revés en un
espejo".

"En vano quiero distraerme del cuerpo y del desvelo de un
espejo incesante".

"Yo, de niño, temía que el
espejo me mostrara otra cara o una ciega máscara impersonal que ocultaría algo sin duda atroz...".

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O VEADO DE OURO OU O NOBEL TUPINAMBÁ...











































O abonado prêmio Nobel deste ano já foi dividido entre sete ou oito sortudos. O de literatura ficou com o poeta suéco Tomas Transtoemer; o de química com o judeu Daniel Shechtman; o de paz com a iemenita Tawakul e com as liberianas Ellen e Leymah. Os 10 milhões de Coroas Suecas ao Nobel de medicina foram embolsados pelos americanos Bruce Beutler, Jules Hoffman e pelo canadense Ralph Steinman etc., etc. Para nós dessa desvairada América Latina sobram apenas os Big Brothers de todos os anos e o jogo de hoje a noite pelo qual os fanáticos já estão ansiosos. Enquanto nosso Primeiro Grau continuar como está, podemos perder as esperanças e seguir, meio ébrios, meio melancólicos, contentando-nos com outros prêmios mais modestos, como o VEADO DE OURO - por exemplo -, com o qual foi agraciado nesta semana um de nossos ilustres deputados.

O VEADO DE OURO OU O NOBEL TUPINAMBÁ...











































O abonado prêmio Nobel deste ano já foi dividido entre sete ou oito sortudos. O de literatura ficou com o poeta suéco Tomas Transtoemer; o de química com o judeu Daniel Shechtman; o de paz com a iemenita Tawakul e com as liberianas Ellen e Leymah. Os 10 milhões de Coroas Suecas ao Nobel de medicina foram embolsados pelos americanos Bruce Beutler, Jules Hoffman e pelo canadense Ralph Steinman etc., etc. Para nós dessa desvairada América Latina sobram apenas os Big Brothers de todos os anos e o jogo de hoje a noite pelo qual os fanáticos já estão ansiosos. Enquanto nosso Primeiro Grau continuar como está, podemos perder as esperanças e seguir, meio ébrios, meio melancólicos, contentando-nos com outros prêmios mais modestos, como o VEADO DE OURO - por exemplo -, com o qual foi agraciado nesta semana um de nossos ilustres deputados.