
Ninguém tem duvidas de que o Eduardo Bueno é um dos jornalistas, historiadores e comunicadores mais brilhantes do país.
Cada um de seus livros e videos impressiona. Não só pela qualidade da documentação mas por sua memória.
Mesmo assim, mandaram-me notícias de que os pastores e a polícia do Rio Grande do Sul, estão querendo mordaça-lo, calar-lhe a boca. Motivo: opinou que os evangélicos não deveriam imiscuir-se em política e nem votar. Ora! Qual é o problema dessa fala?
A acusação de intolerância religiosa é reacionária, doentia e ridícula!
Eu, diria até mais: considerando os 500 anos de surrealismo político nacional (sem falar do caso MASTER), para que não acabemos no horror patético de um Estado teocrático, não apenas os evangélicos, mas os católicos, os budistas, os hinduístas, os mórmons, os militantes do Ku Klux Klan, os agnósticos, os cidadãos comuns, os ateus e qualquer pessoa que conheça a história, que tenha amor próprio e respeito por si mesmo deveria abster-se desse circo mambembe. Não é possível que depois de seis mil anos, ainda não se tenha encontrado uma forma, mais decente de escolher os administradores das loucuras, dos instintos malignos e do mau caratismo da espécie...
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Enquanto isso, o vendedor de pamonhas passa lá embaixo, quase indiferente, ouvindo Adágio, de Albinoni. Prestem atenção: com esse Adágio, Albinoni fez mais pela fé do que todos os energúmenos e fanáticos religiosos juntos.

Onde estão os ferreiros a ferrar?
ResponderExcluirDa forja à bigorna ou o canto dos ferreiros?. Segundo o Bazzo, estará circulando a partir de quinta-feira.
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