"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

SETE BILHÕES!!! QUE IRRESPONSABILIDADE!!!


E não conheço nenhum que tenha pedido para nascer!!!



Filhos do acaso e do ocaso! Em copulação e reprodução só perdemos para os ratos. O pior é que desses sete bilhões apenas alguns poucos, bem poucos realmente produzem algo de importante para as espécies e para o planeta. O resto é só estorvo, só veio para encher o saco. A grande maioria não faz outra coisa que bater palmas, ruminar, bocejar, assinar procurações em branco para bandidos e dar gingado ao rebanho. Se são sete bilhões de vivos não há matemática que nos precise quantos são os mortos. Uns cem bilhões? Uns duzentos bilhões? Mas então o mundo é um grande cemitério? O que foi feito com esses pobres condenados da terra? Para onde foram? Se por aqui já nos falta privacidade, espaço e ar, imaginem o aperto e a promiscuidade lá no "limbo", no "paraíso" e principalmente lá no "inferno"!

2 comentários:

  1. E quem seriam esses que "produzem algo de importante para as espécies?"
    "O resto é só estorvo, só veio para encher o saco". Quem seriam, para você, esses estorvos? Porra, haja saco para eles encherem...

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  2. "(…) Nadie tiene el derecho de imponerle a otro la existencia, la carga de la vida. Cuando un hombre y una mujer copulan para producir un hijo están cometiendo el crimen máximo (…)
    La pobreza es el cuento de nunca acabar. Pobre que se reproduce produce más pobres. El pobre es ignorante, irresponsable, de mal gusto, envidioso, perezoso, odia al rico, vive en tugurios, hacinados, en la promiscuidad, no aprecia a Mozart y exige que dizque hay que darle bus gratis, hospital gratis, universidad gratis, tortilla gratis… y si le quieren cobrar dos pesos de matrícula en la universidad de colegiatura, se pone en huelga y empieza a armar manifestaciones; a agredir, tirar piedra, amenazar. ¡Ay los pobres!, ¡El pueblo!, ¡Los explotados!... Mentirosos, sinvergüenzas, irresponsables, haraganes… (…)“ Fernando Vallejo

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