Londres, em termos de livrarias, tem muito que aprender com Paris. É visível a preferência em exibir os Best-sellers de setecentas páginas e principalmente Biografias. Apesar da monstruosidade da Waterstone’s – por exemplo - com seus quatro andares aqui na Piccadilly, falta-lhe clima, cheiro e títulos. Os pequenos livros de cinquenta ou cem páginas, as edições de bolso etc, que são as relíquias e que dão vida a esses ambientes aqui são precárias. Nessa mesma livraria, numa mesa titulada: Latin American Novels com um sub-título: Magical literatura from South America, havia: Borges, 2; Carlos Fuentes, 3; Juan Rulfo, 1; Garcia Marquez, 3; Vargas Llosa, 2; Roberto Bolaño (sempre escrevo boludo!), 2. Fomos salvos novamente por 2 de Machado de Assis, Dom Casmurro e A chapter of hats (and other stories). Lá no quarto andar, na mesa People Problems, quem manteve presença foi o velho Paulo Freire, com Pedagogy of the oppressed, que pelo menos aí no Brasil, pela situação educativa atual, além de retórica, não deve ter servido para nada. Ou estou desatualizado, senhores educadores?
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Notícias de Lilipute 13
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Mister Bazzo, saudações!! Pelo jeito você está curtindo Londres e está com a corda toda!!
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