"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Damasco: a cidade mais antiga e mais fascinante da terra...

















"Silêncio lunar sob o sol: Efígies grosseiras de gesso em círculos no deserto lembrarão às espécies futuras o que foi a raça humana..."   Jean P. Sartre




O espetáculo macabro dos imigrantes que se repete todos os dias lá no Mediterrâneo, entre a Síria, o Magreb e a Europa é a fina flôr ou, como diriam os mais "afrescalhados" a "flor do Lácio" do mau caráter de nossa espécie. Espécie que leva em seu DNA uma hiena e uma maldição incondicional para a qual não há meditação, nem remédio, macumba ou rezadeira que possa servir como alivio.  Além disso, o mais lamentável, (vagabunda, fotográfica e antropologicamente falando) é que Damasco (sua capital destroçada e transformada num cemitério), é literalmente, a cidade mais antiga e mais fascinante da terra!

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