"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

No es fácil hacer morir del todo a los hombres...

[...No es fácil hacer morir del todo a los hombres, 
y alli están las leyes; pero, con paciencia, se puede ir 
exterminando una por una las hormigas humanitarias...]
Lautreamont


O que diria o velho Brizola a respeito de seus pupilos no Ministério do Trabalho e dos 400 (?) milhões desviados? 
Eis aí mais um motivo pelo qual, todo homem que tem alguma grandeza pessoal (se é que existe) deveria, antes de morrer, desfiliar-se de absolutamente tudo, para impedir que corjas de cafajestes seguissem falando e atuando em seu nome para viabilizar malandragens pessoais.  
E as máfias dos partidos? 
E as máfias da cultura? 
Prestem atenção como no país, por detrás de todo "evento cultural" e de todo "projeto artístico" há um golpe. Festival disto ou festival daquilo! Comemoração de qualquer coisa! Show de fulano de tal! Exposição X ou Y! Edição desta ou daquela revista ou enciclopédia! Deste ou daquele livro! Deste ou daquele documentário!!! Observem como o chamado "artista" foi convertido num comerciantezinho larápio oculto atrás da máscara do desprendimento e a arte, como a Justiça, transformada em puta de beira de estrada!
Com a justificativa de proporcionar "democraticamente" lazer e entretenimento às massas, aos bandos de escravos, ao populacho prenhe de carências e de superficialidades, se promove assaltos descarados e faraônicos ao dinheiro que, utópica e idealisticamente, pertenceria à comunidade. Prestem atenção como desde sempre, a educação, a saúde e a cultura serviram como álibis para grandes golpes e pérfidas trapaças. Portanto, não é de se estranhar que cada dia mais gente, ao estilo daquele bandido nazi, quando ouve falar em qualquer um desses três temas, saque imediatamente a pistola.

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