"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Sobre a lepra do papado...

Já pensaram como seria se o Papa Francisco que está desbundando, fazendo o teatro do revolucionário e soltando os cachorros sobre as arcaicas e esclerosadas estruturas do Vaticano e sobre aquele exército de anciões desocupados resolvesse confessar que além de um "ninho de pederastas", de um bando de "narcisistas que se deixaram adular por seus cortesãos" e além de ser "a lepra do papado", aquela instituição é uma aberração histórica? Que toda a história do cristianismo e de seus santos não passou de uma lenda sem sentido que veio pelos séculos se inflando de mentiras exdruxulas, extravagantes e sobrenaturais? Que tudo foi forjado pelos teólogos do absurdo, que nunca houve messias algum, que a história do calvário foi uma fabula, que o catolicismo é uma cópia descarada de outras seitas pagãs que até já desapareceram? Que os 125 anos do Banco do vaticano sintetizam toda a trajetória da seita? Que Deus, como bem disse Sartre, é uma hipótese inútil, que não há vida e absolutamente nada após a morte e que portanto, a idéia da ressurreição é uma fraude?

2 comentários:

  1. Ele seria morto ou compulsoriamente afastado sob a alegação de doença mental.

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  2. Quando o papa fala sobre os crimes do passado pederasta da igreja, a manada se solidariza, como se tivesse descoberto o fogo!

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