sábado, 21 de fevereiro de 2026

A 'camisa de vênus', a sífilis, a saúde pública... & a traição das massas...

 


Até então, ninguém entendia muito bem por quê, todos os anos, os governos insistiam em distribuir 'camisas-de-vênus' aos foliões e aos eufóricos carnavalescos...

Até que na semana que passou, durante os dias de festa, a Secretaria de Saúde da Bahia, desconfiada, resolveu fazer uma testagem relâmpago e superficial de sangue entre os bufões, pierots, colombinas e arlequins que, por aqueles becos e sombras, trocavam juras de amor, ressentimentos, lágrimas, mágoas, saliva, vinganças, sêmen e outros fluídos nos blocos na cidade de Salvador.

Resultado: Sífilis, 243 casos. HIV, 25 casos. Hepatite B, 7 casos. Hepatite C, 13 casos. Total de testes positivos: 288.

Ah! Trata-se da arte de transmitir nossos vírus e nossas misérias!!!

Que tal?

Mesmo assim, os políticos de turno ficam cacarejando que nosso PIB e nossa economia estão entre as dez maiores do mundo; que somos o povo mais sexy e mais feliz das Américas. Ora! Que se foda o PIB! E, que se foda a felicidade! Qualquer um, minimamente ilustrado, já sabe que 'le bonheur est une chose vulgaire...'

Seguem cacarejando por aí que nossas instituições são sólidas; que o problema do MASTER foi um caso isolado e pontual; que depois das eleições as coisas serão diferentes; que vivemos uma democracia plena; que as dezenas de homicídios diários, são inevitáveis; que cada dia que passa mais gente está feliz e empregada; que todo brasileiro "é um forte"; que produzimos soja e frangos para a metade da terra; que toleramos mais de 300 seitas, já que Deus está acima de tudo e que sabe o que faz; que nosso porvir será grandioso; que as areias de Ipanema e as praias da Ilha dos frades foram eleitas como as mais cobiçadas e fantásticas do mundo, chegando até a competirem com a Ilha do Epstein; que neste carnaval, como nos outros, a turistada (contaminada ou não), lotou os hotéis e que deixou milhões de dólares aos miches e aos hoteleiros; que tanto nosso Código Florestal, como nosso Estatuto da criança e como nossa Lei Maria da Penha são exemplos para o mundo, que o SUS, nossas faculdades de medicina e nossos serviços de saúde são os melhores do planeta; que somos um povo amável, cristão, cordial e complacente, etc, etc, etc. E que as farmácias populares, dependendo de quem for eleito neste ano, passarão a distribuir até Benzetacil de graça... Caralho! Que circo e que desonestidade para com as massas, os pobres e os fodidos... Como diria o tcheco Vilém Flusser: sim, o homem é um animal politico, mas não pelo fato de ser um animal social. Mas porque é um animal solitário incapaz de viver na solidão...

 

 

    quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

    CARTAGENA 1810... Uma maravilha da Inteligência Artificial




















    VÁRIAS... O Estreito de Ormus, a Janja, os enlatados e o pastor que está lançando pragas contra os carnavalescos... (Lastima grande que sea verdad tanta miséria!!!)


     1.  Agora, que aqueles batuques cessaram, que tudo virou cinzas, que a turba voltou voluntariamente para suas correntes (se não quiser perder o pão-de-cada-dia) e já se fantasia e prepara para outros carnavais, tão ou mais delirantes e profanos, as discussões entre o populacho giram ao redor da seguinte polêmica: o Lula e a Janja deveriam ter descido do camarote e rebolado na Sapucaí, ou não?

    2. Enquanto os persas (agora iranianos) deslocam seus mísseis hipersônicos e todo seu arsenal de guerra lá para o Estreito de Ormus, ameaçando implodir os avanços imperialistas (a sanha daquele império que ocultou o defunto Epstein durante décadas), nós, nossa mídia, nossos partidos, nossas igrejas e nosso proletariado tropical, nós seguimos indagando, brigando e julgando se a Janja deveria ter descido de seu camarote e sambado na avenida... ou não. E se o Lula, com uma tanga como aquela usada pelo Gabeira quando voltou do exílio, deveria ter desfilado sobre um daqueles Trios Elétricos... Uma vergonha! E isto, sem falar da polemica dos 'enlatados'. Muitos idiotas estão achando que aquela coreografia (até infantil), foi uma ofensa sem limites à igreja, à família e aos ditos conservadores. Ora! Não sejam tão reacionários! E isto, sem falar do resmungo dos padres e do pastor que (respaldado pela Lei do livre direito de culto) está amaldiçoando e 'jogando pragas' aos componentes da tal Escola e aos carnavalescos em geral.... 

    Sim, um horror de ignorância que carnavaliza o cotidiano e que descortina a medíocre guerra religiosa que ainda se joga nas sombras... 

    Não, não estamos lá no Estreito de Ormus (Golfo Pérsico), com o dedo no gatilho, como os persas, mas sapateamos e nos esfolamos por aqui (também heroicamente), no fundo dos barracões das igrejas e em nome de Deus... 

    Sair da Idade Média foi quase automático, o problema está sendo arrancar a Idade Média de nosso espírito de porco...




     














    segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

    Ainda sobre Cuba... Seria uma espécie de Gaza latino americana?





     



























    DATAS VÊNIAS - O maior espetáculo da terra, ou o maior fiasco do continente?


    Como todos somos 'nós e nossas circunstâncias', como dizem, tentei assistir aos desfiles de carnaval de ontem à noite. Data vênia! Um horror. Esteticamente, uma confusão e uma bagunça de cores, de imagens e de movimentos de dar dó. A pobreza das "marchas" e de seus enredos coloca em cheque, não apenas nossas bibliotecas e nossas escolas, mas nosso imaginário. Uma cafonice, uma breguice, uma singeleza e uma ausência de subjetividade de dar pena. Os homenageados deveriam até ser indenizados. Um horror! Até as tetas, as nádegas e as virilhas que no passado vibravam as arquibancadas, e faziam os mais exaltados levantarem as narinas para olfatear as vulvas e os himens, agora são peças chochas e desprovidas de eroticidade (e não me venham dizer que digo isto apenas porque tenho quase 80 anos... bobagem). A festa que se originou lá nos festins tribais, nos bacanais greco-romanos e dionisíacos, sempre promovendo a profanidade e fazendo apologia da putaria, agora, virou um ato confuso, ambiquo e descaradamente mistico e religioso, onde é até difícil diferenciar a turma pulando, rebolando e sambando nas passarelas de São Paulo, nos becos sacrossantos de Salvador, no Ponto Zero do Recife, ali na Sapucaí e etc, dos rebanhos das procissões em Bom Jesus da Lapa; daqueles cortejos ao Padre Cícero, lá em Juazeiro do Norte; das romarias e peregrinações para Aparecida do Norte; da Marcha para Jesus, na Avenida Paulista ou da festança do Círio de Belém. Aliás, viram a Fafá sambando na apoteose... 
    Enfim, para não ser muito reacionário, devo admitir que essa projeção de um imaginário quase indigente e essa porra-louquice anual serve, pelo menos, para lembrar aos crentes que "as relações entre deus e o Diabo, são muito mais cordiais do que se imagina...

    A propósito, além do NeyMato Grosso e do Lula, Ogum e Exú não param de ser homenageados. Que obsessão é essa? Como não ter nostalgia pelos tempos em que a plebe egípcia homenageava à Cleópatra e aos faraós? E de quando os romanos imbecilizados queimavam incenso a Calígula? De quando os oprimidos profissionais beijavam as botas de Hitler, de Mussolini e do bigodudo Stálin????

    E o fiasco ficava ainda maior quando se ouviam as análises e os comentários dos especialistas carnavalescos. E ainda mais ridículo, com os comentários e adjetivos dos jornalistas, que, para não perderem o emprego, iam fazendo de tudo para emplacar nos neófitos e nos bobalhões uma alegria patética (pelo menos um simulacro de alegria) e para não deixar que os telespectadores dormissem no sofá. Um horror! Seria o resultado de 500 anos de mediocridade!

    E a tal ancestralidade? Não se fala em outra coisa! Trata-se de quê, afinal? Os movimentos negros, se é que já tiveram notícias do Frantz Fanon, deveriam tomar providências... Digo isto, apenas por dizer. Pois sei que não há solução. Já que o problema está no cerne do imaginário, a ponto de até o PCO chamar isso de cultura e de brasilidade... Um horror! Data vênia aos operários, aos proletários e a toda a gente que, ano trás ano, com sangue, suor, lágrimas e cesta básica, montam  e desmontam essas sucatas para revitalizar essa pandega.... Como poderiam livrar-se dessa escravidão, quase voluntária?

    Mas, não vou negar, houve - dois pontos máximos - ou, como cacarejam os acadêmicos - de inflexão, nas festas. Um, ali na Marquês de Sapucaí, (Se não fosse gaúcho, o Brizola, ao invés do Marquês de Sapucaí teria dado o crédito ao Marquês de Sade...) quando um gay, famoso e gorduchinho, ao cortar com uma tesoura a fita que interditava o ambiente que estava sendo inaugurado, pronunciou várias vezes, olhando com ironia para os comparsas da mídia: Sou hétero... sou hétero... sou hétero... (?) (!)

    E a outra, ainda mais fantástica, foi quando, lá na terra de Gregório de Matos, um grupo de balzaquianas disfarçadas de semi adolescentes, cantava fingindo alegria, emoção e até desejo, a música da moda: Me chupa! Me chupa, Me chupa... As mesmas que, amanhã, bem cedo, antes dos galos cantarem ali pelos arredores do Mercado modelo, ao invés de estarem embarcando para a Ilha de Lesbos (lá no Mar Egeu), estarão subindo a montanha sagrada para pedir perdão e benção...

    O mendigo K que assistia a tudo, mandou-me dizer que, apesar da teatralidade, há muita trovoada mas pouca, bem pouca chuva... por lá...

    Enfim, hoje à noite teremos mais. Até os ateus, os cínicos e os hereges estão ávidos para que chegue a tal quarta-feira de Cinzas... Aleluia!

    Sorte que ainda se pode ouvir, mesmo na voz de um gringo, o Orfeu Negro...


     











    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

    Trump ao mesmo tempo em que asfixia e ameaça a existência de Cuba, perverte e humilha políticos e a política Venezuelana...



    ... E o Brasil, que tanto cacareja sobre soberania, humanismo e cristianismo, o que é que está esperando para, como o Chile e o México, enviar ajuda humanitária aos cubanos? Estariam esperando autorização de Washington ou se preparando para enviar à Caracas e para Havana uma bandinha de carnaval???





















    sábado, 7 de fevereiro de 2026

    Enquanto isso, lá pelos lados da América... A LISTA, O ASCO E A EXTORÇÃO... Senhor Presidente, seu processo está aberto...























    O caso do juíz e da adolescente... Como dizem os ciganos: acender o fogo é fácil, o problema é protegê-lo do vento...





    Uma aconchegante manhã de sol nos 'verdes e contaminados mares' de Camboriú, depois de um breakfast magistral e de 100 miligramas de tadalafila... pode até ser idílico e inspirador, mas... mas... e se o mar não estiver pra peixe?

    E agora, as hienas de plantão, estão querendo empurrar o Ministro/juíz, primeiro para um confessionário inquisitorial e, em seguida, para o cadafalso ou para a fogueira...

    - Onde é que já se viu um velho desses (68 anos) querer trepar com uma menina de 18 e que já tem uma namorada? Exclamam. E ainda mais: filha de um amigo? E no mar. Dentro do mar! No interior do mar... Maré baixa e maré alta... As delícias do gozo de imersão! E aquele chiado que parece vir do infinito e que induz qualquer um ao famoso Sentimento oceânico descrito por Romain Roland e analisado por Freud... Com aquelas águas mornas e luxuriosas indo e vindo, entrando pelos interstícios das cuecas dele e das calcinha dela? E o sol. E as contas bancárias recheadas. E o Porsche Cayenne com as rodas metálicas e brilhantes por detrás dos muros da mansão... que quase lembra a do Epstein lá nas Ilhas Virgens do Caribe. Ah! A vida! Essa maravilha! E o sol... O cheiro erótico do protetor solar e a leveza que as ondas provocam, enquanto, lá na areia, o populacho vende (para o próprio populacho), limonada, amendoins, pamonhas empadinhas... Cartões postais...  Com Carlinhos Braun numa radiola... cervejinhas... camarões... Camarões que, todo mundo sabe, apesar de serem animais nojentos, urubus dos mares, são afrodisíacos... e a cerveja, pressionando a bexiga dá a ilusão de um aumento da libido... E o juíz e a mocinha estão lá subindo e baixando nas verdes ondas do mar, inebriados pelo Sentimento oceânico! Ela, pensando na amiguinha, ele com medo que sua velha apareça de súbito lá na areia... Quem é que não se lembra daquela frase banal atribuída a Shakespeare. Ah! Como é doce morrer nas verdes ondas do mar?

    E eis que o demônio, que é o Cara, começa a manifestar-se. A conta bancária recheada, o porsche lá na garagem da mansão, a vida ganha... Não lhe falta nada. 68 anos, mas jovial... e com milhares de juízes comparsas, conhecidos, de todas as laias e instâncias, país a fora... O efeito do viagra no auge... e o sol na cabeça... Ela, com aquele ar típico das mocinhas do colégio Sacre coeur de Marie e o biquíni cor de rosa, que lembrava as lolitas do Epstein... Ah! As águas mornas de Camboriú batendo nas moles nádegas e no mastro levantado... Por infelicidade ouve o badalar de um sino que o lembra do assassinato do Cão Orelha e da comunhão na missa de ontem... olha para os edifícios da cidade e identifica o prédio onde, não faz muito, prenderam o mafioso italiano Maurizio Lolacono, filho de um chefão lá na Sicilia... Pensamentos intrusos. Ah! mas a vida é tão breve! Na Corte, já fiz tanto bem para a sociedade! Já tive filhos, plantei uma árvore, tenho um Porsche e ainda pretendo escrever um livro, mesmo que seja, como o do Gramsci: Diário da prisão. Ah! mas ela tem uma namorada!!! O que será que fazem entre elas que um homem de 68 não possa fazer? Se não fosse filha da mulher do amigo!!! Mesmo assim, quanto estará cobrando? O porsche na garagem. A conta recheada... o viagra em ação e o sol. Ah o sol. Esse maldito sol...  E a velha em casa, ruminando uns biscoitinhos suíços, intuindo alguma desgraça no mar, resmungando e dando água para as begônias... Arriscou! Quiz foder e se fodeu. Depois de ridicularizá-lo, vão demiti-lo da magistratura, com salário e tudo... A próxima ereção, só deus sabe quando... Que furada e que tragédia...


     












    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

    E o CÃO ORELHA faz mais sucesso na avenida do que todos os nossos candidatos à Presidência, juntos...














    O que diria o tal CÃO ORELHA se baixasse aqui entre nós, à media luz de uma sessão espírita? Ele, que passou a vida inteira recebendo chutes, maldições e pauladas pelos becos de Florianópolis, dormindo, às vezes sozinho, às vezes com sua cadela, às margens daquele "pântano" da Avenida Beira Mar e refugiando-se, quando ainda tinha forças, sob a Hercílio Luz? 
    Acreditaria em todo esse frenesi zoophilo? 
    Em todo esse louvor póstumo em homenagem à sua "passagem"??? E que, com certeza, ainda farão um filme sobre ele ou, pelo menos, uma marchinha de carnaval? E o que pensarão aqueles asiáticos que já comeram quase todos os seus?
    Quem de nós terá o privilégio de uma eutanásia e de uma manifestação tão afetiva como aquela que lhe dedicaram lá na Avenida Paulista, com crianças, adolescentes, balzaquianas e velhinhas vertendo lágrimas e réquiens? 
    E os estatísticos da USP, como é que não apareceram por lá para falsificar o número de militantes?
    Por falar em Cão, você que não sai de casa sem reler tua Bíblia (principalmente o realismo fantástico do Gênesis), deves lembrar que um dos principais filhos de Noé, o cara que praticamente reiniciou o povoamento da terra, se chamava Cão...

    O mendigo K, que assistia a toda aquela maravilha animal e teológica do alto de um janelão do MASP, mais lúcido do que uma serpente, me previne: Bazzo, não esqueça que o cão volta sempre ao local do vômito!

     









    domingo, 1 de fevereiro de 2026

    E Brasília é uma festa...




    Aqueles que vivem reclamando que Brasília é um cu de mundo; distante de todos os mares; que além do Zoo e da Feira do Paraguay não se tem nada para fazer; que em qualquer lugar que você estacione tem que pagar a um bandido com tornozeleira ou ao Estado (o que é a mesma coisa); que os apartamentos, os viadutos e as casas em geral, estão prestes a ruir e que não resistirão nem a um terremoto de magnitude 4; que a genética do pessoal que veio para cá junto com o JK não é lá grande coisa; que tem policia de todas as fardas e por todos os lados; que Niemayer, Lucio Costa e outros engenheiros (inclusive o Samuel Rawet) deveriam voltar para explicar esse sucateamento e prestar contas à população; que em cada esquina, ao invés das bandeiras revolucionárias do passado, só se vê desempregados agitando banners com propagandas de boutiques, de açougues e de igrejas e que o que era Geraldo Vandré agora é música Gospel e que aquele casal exuberante, que todo final de semana, com suas duas garrafas de vinho, ia trepar no alto dos Pirineus ou numa pensãozinha vagabunda em frente ao Rio Vermelho e quase ao lado da casa da Cora Coralina e que agora está trancafiado em casa se apedrejando e se maldizendo; que a Biblioteca Nacional está fechada há uns dez anos; que um motorista de terno e borboleta ganha mais do que um cirurgião que estagiou 5 anos no Saint Mary, de Londres, etc, etc, etc... 

    Bem, mas de ontem para hoje esses reclamões não podem mais se queixar: pois ontem (sábado), houve a corrida de Reys e para hoje, já chegaram uns vinte ônibus, do país inteiro para assistir a pelada entre o Corintias e o Flamengo, ali num estádio que, apesar de algumas beatas terem brigado para que se chamasse DOM BOSCO,  se chama MANÉ GARRINCHA. Que tal? O que essa gente mal agradecida poderia desejar além disso?

    E a excitação está no ar. Tem gente que, aproveitando o clima de carnaval, com a camisa de seu time, está de porre desde ontem. Sim, tanto os que correram ontem de língua para fora pelas ruas da cidade, em homenagem aos 3 Reis Magos, como os que já estão ali esperando a abertura dos portões do estádio, ao contrário do que se pensa deles, são genuina e verdadeiramente felizes... claro que falo de uma felicidade da qual se pode ouvir algo como um "ruído de fundo" bíblico...

    E, por falar em "ruído bíblico de fundo", o que aconteceu que ninguém mais tem falado sobre aquele  pedaço de meteorito que estava vindo furiosamente em direção à "Mãe Terra"? Será que até os deuses, depois do fracasso do diluvio, estariam obnubilados? 

    Sorte que quem tem resiliência e fé ainda acredita que aquele gigantesco pedaço de pedra, um belo dia, ainda possa resolver a parada...