
Neste mais belo sábado de março, com um sol que queima além do nariz as orelhas, observei um brutamontes estrangeiro que, depois de banquetear meia dúzia de caranguejos e mais umas quatro ostras, colocou-se em pé ao lado da areia olhando com concupiscência para a bunda das beldades que iam e vinham da grande pedra da Joaquina em direção a Campeche...
Com a barriga que parecia, de um momento para outro, explodir, e voltando os olhos para o céu, exatamente como o fazem os trapaceiros e os evangelizadores, ouvi que pregava a velha frase de Santo Agostinho, aquela que até os + prostitutos conhecem: SENHOR, livrai-me do desejo... mas não agora!!!
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EM TEMPO:
O vendedor de choclo passa ouvindo Barbara...
Brutamontes ou nao muitas delas não estão nem aí! Se tiver grana ( e também não interessa a procedência) elas topam ficar com o OgrO! kkkkkkkkk. Que decadência!!
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