Mas, em seguida, ele mesmo, declara que 'no pasa nada'! Que trata-se, apenas e outra vez, de uma pantomima planetária que se dissipa após a segunda empanada apimentada, ali en la Calle Corrientes...
Antes de concluir faz um comentário filosófico sobre a miséria de uma civilização perdulária que, depois de 5 mil anos ainda é dependente e escrava do petróleo. Observe - sugere - como tudo se resume ao petróleo! As máfias dos mercados atribuem tudo aos poços de petróleo e todos os instintos invejosos, cretinos e vingativos da espécie são mascarados com essa pasta até nojenta extraída do fundo da terra e que não faz mais do que ir se depositar nos pulmões da espécie...
Faz um silêncio e se despede com Libertango, do Piazzolla (no violino)


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