"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

sexta-feira, 6 de julho de 2018

É o cão...

Mesmo que você não tenha lá grandes habilidades no campo da subjetividade, não lhe parece o Máximo da Porra Louquice esse cão negro (aqui da periferia de Brasília) ter o nome de um deus pagão dos germânicos (Thor), levar ao pescoço um crucifixo e ter sido assassinado por um policial???


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