"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

sábado, 17 de março de 2018

Marielle: O assassinato da vereadora no Rio e o poema PARASITAS, de Guerra Jungueiro...


Até os porteiros de hotel aqui em Roma estão impressionados com o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, acontecido ontem. 
No meio de tantas hipóteses, de tantas acusações, de tantos oportunismos e moralismos, de tantas discussões, demagogias e politicagem sem sentido e sem razão que se espalham pelo país, uma deputada daquele estado aproveitou para trazer a tona um poema de Guerra Jungueiro que é uma bomba e que atinge farsantes, não apenas políticos, mas também de outras agremiações... Ouçam no final de sua verborreia...


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