"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

"Imóvel contemplo a lua e os outros pensam que sou cego..."

Um poeta de rua  fazia agora à noite uma performance ali no alto do Chiado, pelos lados da estátua de Fernando Pessoa. Ia fantasiado de Bashô e recitando algumas das falas do japonês andarilho. Consegui anotar duas:

1. "Não tenho nada que possa ser roubado, não tenho nada a recear ao longo do caminho. (...) Não existe nenhuma estrada obrigatória a seguir nem hora para partir na manhã seguinte. Apenas duas preocupações tenho de ter em mente: onde pernoitar ao fim do dia e onde encontrar sandálias de palha que me sirvam - e é tudo..."


2. "Imóvel contemplo a lua e os outros pensam que sou cego..."

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