"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Morte a crédito...

A instituição que todos os anos, no máximo até o final do mês de janeiro, costuma enviar-me um boleto para ser pago impreterivelmente até dia tal, "em qualquer agência bancária", comunicou-me este ano que, por já ter completado ou passado dos 65, não tenho mais obrigação de pagar anuidade alguma. Ao ouvir a notícia tive um sentimento ambíguo: em parte de alívio (pelo dinheiro) em parte de horror (pela oficialização da senectude). Como defesa, aproveitei a tarde ensolarada para voltar a ler Morte a crédito, esse estupendo livro de Céline que, seguramente, mesmo os jovens, iludidos de que serão eternos, gostariam de lê-lo.

Um comentário:

  1. da uma olhada nesta foto, é de chorar...

    http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/onu-rejeita-anistiar-os-que-cometeram-crimes-de-guerra-e-contra-a-humanidade-na-siria

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