"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Sem preconceito com os jumentos: mas só nos faltava essa...

Como diz Jankélévitch: [Hay que dar nombre a lo que no tiene nombre, a lo que es impalpable... Ése es, a fin de cuentas, el oficio de los filósofos e de la filosofia...]


Exportadores de asnos!? Só nos faltava essa!!!
Esta circulando uma noticia pra lá de bizarra na mídia de hoje. A China (logo a China!) quer importar do Brasil um milhão de jegues por ano. A noticia não diz para quê, mas como na China se come de tudo: cobras, gafanhotos, aranhas, escorpiões, cachorros, formigas, ratos, elefantes e etc, é bem provável que nossos pobres e valentes jumentos, acostumados na boa vida aqui nos trópicos, a curto ou a médio prazo também terão um destino bem 
trágico por lá. 
Obs: Este pode ser um motivo a mais para se ler O asno de ouro de Lucius Apuleio .

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