domingo, 10 de maio de 2015

Nem na Noruega...

Ontem o shopping principal da cidade estava parecendo uma feira livre. A mãe era o álibi dos cínicos e sedentos comerciantes e todos os tipos de otários iam vibrantes e enfóricos pra lá e pra cá com seus pacotes de porcarias em baixo do braço. Por incrível que pareça, hoje de manhã até os carros da polícia rodoviária distribuíam rosas amarelas "às mães" que faziam caminhada ao longo do eixão... Como os "gêneros" se multiplicaram e se confundiram, vi até vários travestis e transsexuais sendo homenageados e orgulhosos com a sua rosa levantada na mão direita. Haja cabotinismo e demagogia para tanto! 
E que ninguém se assuste se daqui a pouco as televisões mostrarem os helicópteros da polícia derramando pétalas sobre os puteiros...






7 comentários:

  1. Segundo o comércio varejista: "o dia das mães só perde para o natal em consumo"

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  2. MÔNICA PRADO TORRES11 de maio de 2015 09:44

    Já que o assunto é MÃE, a minha visão sobre esse tema não é nada romântica... O que tenho visto por aí é uma porrada de mulheres fazendo da maternidade uma bengala para sua existência, amparadas pela baboseira de que as mulheres têm que reproduzir como se fosse uma obrigação gerar filhos... Conheço outras tantas que chamam os filhos de "galinha de ovos de ouro" porque conseguiram extorquir um otário para pagar as contas, e protegidas pelo judiciário... Outras ainda acham que os filhos são algemas que irão amarrar os maridos no pé da cama... As piores são as que geram os filhos para não ficarem sozinhas, e já impõem antes do nascimento a obrigação do indivíduo de cuidarem delas... Andando pelas vielas do Rio de Janeiro observo as grávidas viciadas em craque... Nas comunidades crianças de 13 anos estão gerando filhos para brincar de boneca... Quantas são as que têm filhos de forma consciente e pelo simples prazer de exercer a maternidade? Pouquíssimas, e talvez sejam esses os mais equilibrados... Talvez sejam elas que adoecem a nossa sociedade... Porque eu festejaria esse dia?

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    1. ... tive um sério problema com os governantes, por não querer fazer parte do processo de corrupção. Desde àquela época perdi a autonomia de minha vida.
      Mônica Prado Torres
      (55)(61) 9966-5178
      Tenho 79 anos, fui professor MS Eng. Mec. da UCV, Universidade Central da Venezuela e, desde 1979, no Brasil, desde então venho tendo muitos enfrentamentos com corruptos...Achei curioso aquele texto TÉCNICA MILITAR DE ISOLAMENTO E TORTURA PSICOLÓGICA. Muita coincidência... Inclusive por, pelo visto, ser uma seguidora do blog do Ezio... Tentei entrar em contato, mas, não consegui. E o que passou? Conseguiram enlouquece-la? rsrs Meu nome é Joaquim Izidro Souto Fontes, e-mail: tchornyster@gmail.com

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    2. MÔNICA PRADO TORRES27 de maio de 2015 11:02

      Bom dia, Prof. Joaquim! Não entendi onde está a coincidência, e qual o problema de ser uma "seguidora" do blog do Ezio? Independente de qualquer postura partido partidária, a qual eu não tenho, e por motivos óbvios, eu gosto muito das observações do Ezio e do seu senso prático e real... Quanto à perseguição política, isso é algo muito sério... Até 1989 as perseguições e torturas eram exaltadas pelo Estado para impor medo na população, hoje as perseguições são veladas e de cunho psicológico, difíceis de serem identificadas, e patrocinadas por grupos de empresários em troca de favorecimentos políticos... Enlouquecer? Jamais conseguirão, mas ao assassinarem meus entes queridos, inclusive minha filha, com a penas um dia de vida, mataram-me por tabela... E quando não se tem mais vida, não há mais nada a perder, a não ser a verdade...

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    3. Prezada Sra. Mônica Prado Torres. Somente agora percebi a sua resposta no comentário do blog do Ezio... A coincidência é o fato de sermos isolados socialmente. E, quanto a ser "seguidora" do blog do Ezio, é um elogio de minha parte... Pelo que foi exposto pela senhora, senti muita admiração e respeito. Por tudo que passou com a senhora, sinto muito pela perda de sua filha. De resto, estamos no mesmo barco furado. Sem baixar nossa bandeira de luta, mesmo isolados e sob o estigma da infâmia... Enlouquecer, jamais! Concordo plenamente. A mim me colocaram como louco, literalmente, de "papel passado" como costumam dizer por aqui, desde 1981... E, pior, essa infâmia foi iniciada por um irmão. Meu próprio irmão!... Médico (cirurgião, obstetra) e político... Tinha que ser! Para ter a coragem de escrever um laudo que só caberia a um psiquiatra idôneo. Mas, sendo esta uma sociedade podre e atrasada e ele, como médico e político teve a palavra acima de qualquer suspeita... Eu como um “ilustre desconhecido” que acabava de chegar, depois de 22 anos no exterior...Por isso me pegou duro e me envolveu por completo. Mas, por quê? Aí é que está o busilis. Porque o meu crime foi tê-lo criticado acerbamente pela conivência indecorosa e até mesmo criminosa junto sua esposa, a DOUTORA (bacharela em direito) e "herdeira" - através de pagamento de propina para passar em concurso fajuto - do Cartório do 1°Ofício da comarca de Cáceres/MT. Numa disputa obscura e escabrosa que terminou com o assassinato do seu próprio e único irmão (dela, a "herdeira") em janeiro de 1977. Eu ainda não estava aqui à época. Logo que aqui cheguei, quando tive notícia desse assunto tentei investigar a veracidade desses fatos vergonhosos, mas, fui ameaçado e posto como louco... E isso rolou como uma avalanche que me sufoca até a presente data. A minha esposa que era estrangeira e também ex professora universitária, jamais se resignou com essa situação humilhante a que fomos miseravelmente submetidos, sem nenhuma comiseração, embora não se pronunciasse sobre o assunto, temendo que me acontecesse uma desgraça como a do irmão da referida DOUTORA... Então, sempre me pedia para que abandonássemos tudo e fossemos daqui. Mas, para onde?... Já estávamos atolados, sem recursos e sem poder vender nenhuma propriedade. Depois de anos nessa luta inglória, isolados, sem apoio de ninguém, contra tudo e todos, acusados de antissociáveis, comunistas, ateus e até guerrilheiros (se fosse hoje, seria terrorista) http://m.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/10/materia/64357 ela entrou em depressão, adquiriu câncer e veio a falecer em março de 2000. O meu irmão, (médico, marido da dita cuja psicopata, dona do Cartório, até hoje) depois de ficar quatro anos tetraplégico também faleceu nesse mesmo ano. O inacreditável é que como se toda essa infâmia fosse pouca, a DOUTORA do Cartório parece que "herdou", também a minha "tutela"... e fez o que bem entendeu com a vida da minha família. Os meus três filhos, hoje com quarenta e quatro, quarenta e seis e cinqüenta anos, todos universitários, se voltaram contra mim, achando que eu não teria lutado o suficiente... Como? Recorrendo a assassinos profissionais, como é de praxe aqui? Já perdi quase todas as minhas propriedades. Segundo me disse um advogado de sua rodinha: é "melhor" assim... para você preservar a sua própria vida... É inacreditável tanto cinismo! Será que a vida nestas condições tem algum significado? Calar diante de tais brutalidades, para preservar apenas a nossa própria vida é assumir uma covardia e uma indignidade sem limites. E, como a senhora disse: "... E quando não se tem mais vida, não há mais nada a perder, a não ser a verdade..."

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  3. Nós sabemos que nossas crianças vão sofrer na vida. E também sabemos que elas irão morrer. Sabendo disso, qual é a nossa justificação moral para trazê-las à existência [...]?

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  4. MÔNICA PRADO TORRES18 de maio de 2015 12:38

    Eu acredito que há um desejo "inconsciente" de revanche... Seria mais ou menos assim: - "Ninguém me perguntou se eu queria nascer antes do meu próprio nascimento, e mesmo assim me trouxeram à vida, sendo assim colocarei mais outros tantos nessa merda...".

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