domingo, 31 de maio de 2015

Marimbondos...




3 comentários:

  1. MÔNICA PRADO TORRES1 de junho de 2015 12:18

    Isso me faz lembrar da época em que morei na QRSW, em Brasília... No último andar, um casal de marimbondo resolveu fazer um lar na varanda do meu quarto... Devido à vida muito agitada eu só parava em casa nos finais de semana, e nem tudo que parece perigoso realmente o é... Não tive coragem de matar o casalzinho que rondava o meu quarto, então foi feito um pacto em silêncio - eles se acostumaram comigo, e eu com eles, e cada qual respeitava o seu espaço, e quando eu entrava em casa, durante o dia, eles sumiam, e só voltavam depois que eu já estava deitada... Nos últimos dias convivemos muito bem juntos, e eles nunca me atacaram e vice-versa... Por causa dos meus amiguinhos marimbondos tive um namorado que me chamava "carinhosamente" de bruxinha, e nunca escondeu o seu desconforto perante os meus bichinhos de estimação... E eu volto a afirmar: - Respeito por qualquer ser vivo é tudo, e nem tudo que parece perigoso realmente o é...

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  2. MÔNICA PRADO TORRES1 de junho de 2015 13:30

    Durante os meus cinquenta anos de vida eu frequentei e convivi com as mais variadas pessoas: classes sociais, profissões, opções sexuais, etnias, nacionalidades, idades, religiões, naturalidades, e os mais polêmicos partidários... Apesar de toda a violência, tortura e perdas que eu sofri, eu sempre tentei levar a vida com muito humor, talvez como uma forma de esconder e aliviar o sofrimento... Porém encontrei nos partidos políticos de extrema direita e esquerda os chamados "cães raivosos"... O pessoal da esquerda carrega o trauma de terem sido torturados e perseguidos; e o da direita carrega o ódio daqueles que se opuseram a eles... O tempo passa, mas o rancor de uns pelos outros não passa, e perpetua-se nos seus descendentes... Enquanto isso, todos continuam se perguntando de que lado eu estou... Bem, se for para dividir em tendência político partidária, eu diria que minha vida acabou em 1995 quando começou o exílio e os assassinatos, ou seja, durante o governo de direita...Porém a partir de 2002 houve a troca de governo e a esquerda assumiu o poder, mas a perseguição e os assassinatos perpetuaram-se... Isso quer dizer que para mim são todos iguais independente da sigla estampada em seus peitos... Não existe essa de direita ou esquerda; existe quem está ou não no poder: - opressores e oprimidos; torturadores e torturados; exploradores e explorados; articuladores e vitimados; e as empresas e os empresários junto com quem está no poder...E no meio desse turbilhão de medíocres estou eu: ex-petroleira, ex-profissional, ex-assessora técnica, ex-mãe, ex-mulher, ex-professora, ex-atleta, ex-sobrevivente, APARTIDÁRIA, e perseguida porque rejeitei suborno em uma licitação em 1995... PONTO FINAL. PRECISO SER MAIS CLARA?

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  3. MÔNICA PRADO TORRES2 de junho de 2015 11:12

    Grande Ataulfo Alves !!!! Adoro essa música, mas creio que colocaria mais uma coisinha no refrão que o autor esqueceu: - "... tá bichada o Zé, ou tem marimbondo no pé, ou está PRESA E EXILADA...". Servia perfeitamente para o ano em que a música foi criada, 1966, e para os tempos atuais também, porque nada mudou...

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