"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

segunda-feira, 2 de março de 2015

Decifra-me ou te devoro...

Todas as manhãs passo  em frente a essa parada de ônibus que fica nos fundos da Biblioteca Central da UnB e, como sempre desconfiei do idioma lusitano fico intrigado com a frase que alguém rabiscou nela. Não consigo saber de que se trata. As palavras "pleiade" e "correição" me confundem. Pleiade, tudo bem, mas correição!... Quem a teria escrito? Um aluno do Direito? Da filosofia? Das matemáticas? Ou um poeta? Na página 483 do Novo Aurélio está lá: Correição = ato ou efeito de corrigir. E  na página 1346 a palavra plêiade = cada uma das estrelas do aglomerado das plêiades ou também reunião de sete pessoas ilustres. AFINAL SOMOS A PLEIADE OU A CORREIÇÃO? Entendeu alguma coisa? Eu não!
Como nos lembraria o Diego Tardivo ou o Cioran: “O momento em que pensamos ter compreendido tudo nos dá um ar de assassinos.”

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