"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Finalmente, a "nobreza" paulistana voltará a beber de seus próprios esgotos...

"Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar as suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão".  
Carta de um indígena a um governante


Um dos únicos saberes que ainda trago de meu Primeiro Grau, especificamente das aulas de biologia, é o de que somos praticamente 80% água. Isto é:  um coágulo ambulante! Esse saber provocou-me um impacto tão grande que até hoje não estou completamente curado...
E só trago esta lembrança para mencionar que depois de entulhar as ruas de automóveis e de envenenar o ar em breve os paulistanos começarão a beber também a água dos esgotos.  E a mídia não fala em outra coisa. "Em breve as águas dos esgotos paulistanos serão "tratadas" 
e reaproveitadas" - dizem as manchetes, - como se se tratasse de uma façanha e de um grande feito.
Ora, qualquer debilóide e qualquer estúpido sabe que apesar de parecer progresso trata-se uma das maiores idiotices do ser humano.
Cada dia estou mais curioso por saber de onde advém a necessidade desse coágulo envenenar-se e de beber da própria merda?



Nenhum comentário:

Postar um comentário