"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Abaixo o indefectível sabiá...

Apesar do sabiá vir inspirando  nossos poetas e músicos há mais de 171 anos (Vejam Canção do Exílio de Gonçalves Dias, composta em 1843), existe um aqui na minha quadra que começa a encher-me o saco desde às 4 da manhã. E não pensem que ele se acalma quando o sol aparece lá por sobre o Congresso Nacional. Fica por aí numa ridícula e sem sentido lenga-lenga vocal até lá pelas dez horas, quando algum velhinho menos paciente do que eu lhe aponta furioso uma espingarda.
Dizem que esse gorjeio e que essa cantoria toda é para demarcar terreno e para tentar "papar" alguma ingênua forasteira.
Oxalá, até o final de novembro algum faminto carcará me resolva esse problema...


3 comentários:

  1. olha esta noticia cadeia só pra pobre, mas o pobre é que elege essas sujeitos

    http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/11/stf-condena-deputado-por-desvio-de-dinheiro-publico-mas-crime-prescreve.html

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  2. De Antonino Pio: Qual a sua Ezio? Chamar a atenção com um artigo idiota sobre esse maravilhoso pássaro? E eu que já encomendei livro seu na Livraria Cultura aqui em São Paulo. Nunca mais.

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    1. Kamarada Pio,
      Com um sobrenome desses é legítimo que você defenda e tenha uma certa paixão pelo sabiá!
      Que tal dedicar-se à ornitologia?
      A respeito de NUNCA MAIS voltar a ler meus livros, se você realmente leu algum, deveria saber que não sou um sujeito que mendiga leitores. Mas não seja tolo. Continue lendo, pois eles são únicos e podem, pelo menos, possibilitar-te um olhar para fora da mediocridade...
      Abraços/Ezio
      Obs: Acaba de ser lançado o Inventário de cretinices. A venda nos semáforos aqui da cidade.

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