"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

terça-feira, 27 de maio de 2014

As esfinges e os falsificadores... Decifra-me ou te devoro...



Se você ainda não teve tempo de ir ao Egito ver a esfinge de Gizé e nem de fazer a caminhada pelas estradas poeirentas de Tebas, agora já pode ver uma réplica da de Gizé lá numa aldeia da China.
 
Sinceramente, admiro nos chineses essa capacidade e esse impudor de falsificar quase tudo. Chegaram a falsificar não só a Torre Heiffel mas inclusive a cidade de Paris... 
 
A respeito de Gizé, os egípcios estão furiosos, mas qual é o problema!? 
 
A uns 100 quilômetros de Hong Kong existe até um vilarejo habitado praticamente só por artistas e pintores. Ali você pode encomendar um Picasso - por exemplo - que ficará pronto em 24 horas e que nem os "especialistas" mais neuróticos conseguem identificar a fraude e saber que a "obra" não saiu dos pincéis do tirano espanhol...
 
Sempre que me chega a noticia de uma nova falsificação chinesa penso naquele pensamento de Lao Tsé [Quanto maior o número de leis, tanto maior o número de ladrões...]








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