"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Garcia Marquez parte para uma solidão ainda mais profunda...

Recentemente toquei o interfone de sua casa lá na Colômbia. Quase uma fortaleza cor de abóbora construída de frente para a muralha que separa a cidadela de Cartagena do mar azul caribeño...
Cansada da chateação dos jornalistas, a governanta, sem cerimônias, recitou a mesma ladaínha de sempre:  que o Gabo "estava vivendo na cidade do méxico"e que a casa não estava para visitação..." Morreu na quinta-feira! Que sentirão suas "putas tristes"? Se já havia se entusiasmado com Cem anos de Solidão, imaginem agora.... É curioso, que muita gente de sua estirpe escolhe o México para morrer... Inclusive o Trotsky... Seria pela relação que os mexicanos têm com os mortos e com os cemitérios? Quem não se lembra do folclore e da lenda da llorona de Oaxaca, que ouça a música abaixo e reserve já uma casinha com jardim ali pelos lados de Coyoacan...



5 comentários:

  1. http://www.guiademidia.com.br/acessar-jornal-internacional.htm?http://www.elespectador.com/

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  2. http://www.unomasuno.com.mx/?p=54953

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  3. http://www.granma.cu/cultura/2014-04-18/el-periodismo-de-garcia-marquez-el-mejor-oficio-del-mundo

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  4. http://www.lemonde.fr/disparitions/article/2014/04/17/l-ecrivain-gabriel-garcia-marquez-est-mort_4401388_3382.html

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  5. http://www.ejornais.com.br/jornal_italia_la_repubblica.html

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