"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Farid Farjad...

4 comentários:

  1. Uau...

    Bastante inspirador

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  2. A música sempre será a melhor forma de dizer o que importa.

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  3. Estou ainda encantada. A melodia não saiu de minha cabeça o dia inteiro. Como havia dito pela manhã, a música é inspiradora. Há tanta pureza, intensidade e afeto..

    .Quem pudera ser sempre surpreendida assim. Nem falar!

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  4. "Amanheci em cólera. Não, não, o mundo não me agrada. A maioria das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam.

    Mentir dá remorso. E não mentir é um dom que o mundo não merece. E nem ao menos posso fazer o que uma menina semi-paralítica fez em vingança: Quebrar um jarro.

    Não sou semi-paralítica. Embora alguma coisa em mim diga que somos todos semi-paralíticos.

    E morre-se, sem ao menos uma explicação e o pior – Vive-se, sem ao menos uma explicação.

    Amanheci em cólera. Quereria fazer alguma coisa definitiva que rebentasse com o tendão tenso que sustenta meu coração.

    E os que desistem? Conheço uma mulher que desistiu (...)

    E as igrejas estão cheias dos que temem a cólera de Deus. E dos que pedem a graça, que seria o contrário da cólera.

    Hoje sou a paralítica e a muda. E se tento falar, Sai um rugido de tristeza.

    Então não é cólera apenas? Não, é tristeza também".

    CL

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