"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quarta-feira, 29 de maio de 2013

"Também, Senhora, do desprezo honesto De vossa vista branda e rigorosa, Contentar-me-ei dizendo a menor parte". (L. de Camões)

Garantir uns dois dias de estadia em Lisboa antes de voltar para a terra natal é sempre um bom truque, principalmente para aqueles que já não têm mais saco de reler as chatices de Le Gof sobre a Idade Média. Em comida, os portugueses são imbatíveis. Os médicos deveriam receitar para as anoréxicas de todos os tipos, um mês em Lisboa. Garanto que aquelas magricelas engordariam, no mínimo, 15 quilos. E nem precisariam participar das bacalhoadas lá do Rocio, do Chiado ou de outros lugares, digamos, grãnfinos, poderia ser até numa marisqueira que existe aqui em frente a Universidade Autônoma. Encontrei nas ruas do centro a mesma  turma do Travailler jamais, nous sommes em grève lá de Marseille, devem  fazer parte do mesmo sindicato. Aí vão alguns retratos, mais como admiração do que como critica:




















2 comentários:

  1. As fotos são lindas mesmo, a situação das pessoas me intriga muito, eles estão por toda parte, e o Bazzo incrivelmente, os admira. Deve admirar a coragem de viver somente o hoje, o senso de liberdade, a necessidade de tão pouco para se manterem vivos, a autenticidade. Eu acho que eles mereciam mais... Para eles, o que seria mais????

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