"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Cartas desde o asilo de Rodez...


Depois do chá de menta na Rue Vacon, três programas mais ou menos insólitos, dignos de uma segunda-feira, treze: a ida até a estação final de um tramway, nominada SOLITUDE; uma visita à Église Saint Eusébie (paroisse de Montredon) para ver a estátua do santo com uma faca na mão, e por fim, ao cemitério de Saint Pierre, em busca da tumba de Antonin Artaud. Perdi mais de uma hora nesse cemitério que, apesar da suntuosidade, não tem “vida”. E digo que perdi tempo porque não consegui localizar a tumba do dito cujo. Para aqueles que já leram Cartas desde o asilo de Rodez, ou que nutrem algum tipo de curiosidade clínica ou literária por esse poeta, deixo aqui as referencias do local onde estão seus restos: Cimetière Saint-Pierre, C25, C2, número 46 – isolée.

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