"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Provocações de um biólogo...

[...Quando morremos, existem duas coisas que podemos deixar depois de nós: genes e memes. Nós fomos construídos como máquinas de genes, criados para passar adiante nossos genes. Mas esse aspecto nosso estará esquecido em três gerações. O seu filho, ou mesmo seu neto pode apresentar alguma semelhança com você, em traços faciais talvez, no talento para a música, na cor dos cabelos. Mas, a cada geração que passa, a contribuição dos seus genes é cortada pela metade. Não demora muito até que chegue a proporções negligenciáveis. (...) Mas, se você contribuir para a cultura mundial, se tiver uma boa ideia, compor uma melodia, inventar um artefato tecnológico, escrever um poema, isso poderá prosseguir vivendo, incólume, até muito tempo depois que seus genes tiverem se dissolvido no reservatório comum. Sócrates pode ou não ter um ou dois genes hoje ainda vivos no mundo, mas quem se importa? Os feixes de memes de Sócrates, Leonardo, Copérnico e Marconi continuam vigorosamente ativos...] Richard Dawkins 

2 comentários:

  1. Morreu? Acabou. Fim de linha. Perpetuar genes? Para quê? Basta criar vidas. Poucos serão lembrandos pelos seus feitos, e mesmo assim, apenas durante um certo tempo, porque tudo, absolutamente tudo, deteriora-se - some... A morte faz parte da vida exatamente como o nascer - para fechar o ciclo. Depois do ciclo fechado, pouco importa o que ficou, o genes, o memes, ou o caralho de asa que se criou, porque não teremos mais consciência de nada... Nenhum objeto ou pensamento levaremos conosco, a não ser, o vazio da inexistência... Iremos todos para o mesmíssimo lugar: brancos, negros, amarelos, vermelhos... O fim democratiza a espécie...rsrrs...

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  2. RATO DE LABORATÓRIO


    Não há nada que me deixe mais irritada do que as armações dos “exiladores”, principalmente os que trabalham na área da saúde mental, e que acreditam ser capazes de controlar a vida de alguém que está sob monitoramento/isolamento, e que ainda o deixará feliz nessa circunstância...

    Há muito tempo, desde que eu morava em Brasília, que eu percebi que os meus ditos “parentes” haviam me vendido, mas isso ficou evidente/explícito da última vez em que eu estive lá para exumar a minha filha. Exceto a minha avó e o meu irmão já falecidos, o resto é um bando de mercenários que venderiam até a mãe por dinheiro. Imagina uma prima, sobrinha, ou parente mais distante?

    E de repente a velha alcoólatra, que não vinha visitar os “parentes pobres” há mais de vinte anos, tem um surto, e resolve freqüentar a família “Buscapé” periodicamente. É lógico que essas visitas devem lhe estar rendendo um carro zero, um imóvel, viagens, ou quem sabe até uma promoção para o filho...

    E eis que os déspotas que monitoram o laboratório acreditam que a visita da ratazana de Brasília trará felicidade e bem estar para os exilados. Porra! Será que esses Filhas Da Puta acham que realmente estão tendo uma atitude digna? E que os exilados ficariam felizes? Alguém que está preso/exilado nunca ficará bem, a não ser que nunca tivesse tido o prazer de ter conhecido a vida. Esses babacas, torturadores, vivem presos em: doutrinas, religiões, cultos, dogmas, status social, partidos, regras e o caralho de asa que alije a liberdade de ser e pensar, e não sabem o que é viver em liberdade, e não conseguem entender que a LIBERDADE é o sangue para os que têm o espírito LIVRE, e que sem ela, estaremos MORTOS...

    Eu tenho quarenta e sete anos, e tenho a vivência de alguém de oitenta, porque um dia eu fui LIVRE, e usei meu livre arbítrio para conviver, conhecer, andar, cair, amar, aprender, ensinar, levantar e continuar vivendo... Não conheci a vida na teoria dos livros, em consultórios, em teses, muito menos em notícias de revistas e jornais; eu aprendi na prática, com a convivência e um enorme senso de observação. Em determinadas circunstâncias eu entrei e fiz parte do “sistema”, temporariamente. Eu vi, vivi e registrei, e isso ninguém pode me tirar.

    Por isso eu digo aos babacas que estão me observando/monitorando: - Vocês nunca tiveram VIDA, e jamais vão conseguir analisar alguém, com os seus rabos sentados nas cadeiras observando e escutando, clandestinamente, alguém que está preso/exilado. Vão ser sempre uns MERDAS, bitolados e covardes, procurando a desgraça de outrem para esconder as próprias, cercados de teorias “f(re)uderianas”, acumulando patrimônio para sentirem-se poderosos, presos em seus preconceitos, regras sociais, e procurando a tal PERFEIÇÃO. Que perfeição?

    E vos digo: - Que toda a imperfeição me abata, com os seus feitos e defeitos, e que o diabo me leve para bem longe de tudo que possa ser chato e “perfeito”, porque foi assim que eu conheci e gostei da VIDA, que dura quase nada, passa tão rápido, e é tão efêmera... Por isso eu não mando TODOS para o diabo que os carregue, porque estariam a caminho de conhecer a felicidade. Desejo que TODOS os meus perseguidores continuem a observar e lamentar as suas teorias inúteis, pautadas em todas as crendices e regras, presos em suas “tais perfeições”...kkkk kkkk kkkk kkkk.

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