"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

domingo, 10 de junho de 2012

Beijing a pé 1








 


 

 

 

2 comentários:

  1. Ezio, obrigada por postar. Vinte anos depois deve ser uma experiência muito interessante voltar a um lugar com uma cultura tão diferente da nossa.
    Amo as florestas chinesas, são as florestas mais bonitas do mundo. Seu livro "Vagabundo na China" merece um companheiro: Vagadundo na China 2, que tal??
    Abraços

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  2. Eu odeio o povo da Máfia de Branco, mas como não gozo de uma boa saúde, volta e meia estou a consultá-los, e ontem foi mais um desses dias... Por um momento eu achei que meus telefones não estavam mais grampeados, e marquei a consulta pelo meu celular. Durante a consulta tive que falar sobre o meu histórico, e comentei que perdi uma filha com apenas um dia de vida em 2001, que fiquei 48h em trabalho de parto e entrei na cesariana com hemorragia, e que ligaram as minhas trompas sem meu consentimento. Ele fingiu certo aborrecimento para analisar a minha reação, e insistiu para que eu respondesse por que eu não procurei a justiça. Justiça? Que justiça? Desde que fui submetida a esse amargo processo de perseguição que não fiz outra coisa a não ser colecionar registros de denúncias em todos os órgãos competentes, até perceber que não daria em nada, a não ser perda de tempo e desgaste emocional. Delegacias, Procuradorias, Ministérios Públicos, Tribunais, Secretarias de Direitos Humanos, Ong´s, Comissões do Legislativo; em todos esses locais existe um relatório meu narrando todos os fatos, com registros em delegacias e documentos protocolados; mas ninguém tem interesse em investigar nada, e isso é igual a um colar de contas, se puxarem uma, caem todas... Foi evidente a preocupação do doutorzinho em saber se eu ainda tenho a intenção de fazer “barulho” e brigar pelos meus direitos... Bem, ontem eu tive a certeza que ainda estou sob monitoramento...

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