"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Iracema, Roland Barthes & Theo Angelopoulos...

Minha correspondente na Grécia acaba de enviar-me uma nota sobre o atropelamento de Theo Angelopolos, o cineasta que recentemente, com o filme A ETERNIDADE E UM DIA (Mia aioniótita kai mia méra) faturou uma Palma de Ouro no Festival de Veneza. Parece que circulava pelos arredores de Atenas e foi atropelado por uma moto. Não são poucas as vítimas de motos, carros, caminhões, lambretas, bicicletas, carroças, trens, astronaves etc., A própria Iracema, do Adoniran Barboza teve esse trágico destino, sem falar de muitos intelectuais e filósofos como o R. Barthes. Ele também atravessava a rua pensando em suas abstratividades e foi esmagado pela caminhonete de uma lavanderia parisiense. Entre seus melhores trabalhos está o Fragmento de um discurso amoroso; O prazer do texto; Câmera clara, Escrever... para que? Escrever... para quem???

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