"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Só saio do cargo abatido a bala!!! Ou memórias do clássico lambe botas...

Como diria o vendedor de espanadores da esquina: "Tudo o que acontece uma vez pode nunca mais acontecer, mas tudo o que acontece duas vezes, acontecerá certamente uma terceira".

2 comentários:

  1. Terrível sentença esta do vendedor de espanadores da esquina. Uma verdadeira praga!!!
    Bom te ler!!! Abraços.

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  2. Quando ainda jovem fui convidada por um professor para participar de um projeto na área de cenários prospectivos, na Presidência da República. O fato da equipe ser composta apenas por integrantes do meio acadêmico me conquistou, e eu aceitei o convite. Entrou governo, saiu governo, e eu fui ficando, com as minhas pesquisas e relatórios. Até que um dia, "alguém" me reparou, por eu ter recusado inúmeras vezes os DAS´s que me foram oferecidos. Não satisfeito, o sujeito tentou me "envolver" em um processo licitatório, e é lógico que eu caí fora, só que dessa vez me taxaram de louca, maluca, esquizofrênica, e até de "sapatão"... Acho que não acharam mais "adjetivos" para tamanha indignação perante a minha postura, ou talvez por eu ter mandado um ou outro daqueles velhos decrépitos de ternos irem pastar. Alguns anos depois me transferiram para o Rio de Janeiro, de volta para o meu órgão de origem. Chegando aqui encontrei "outros" semelhantes aos de Brasília, mas dessa vez encarei verdadeiros psicopatas que me disseram que não iriam parar de me investigar enquanto não descobrissem para onde eu mandei o dinheiro... Pois é, já têm sete anos que eles estão me "investigando". Montaram uma verdadeira parafernália para me monitorar, sob a desculpa de estarem "me investigando", inclusive me causando inúmeros prejuízos financeiros, que vieram a beneficiar "esses agentes" tão íntegros... E novamente veio a voga os antigos "adjetivos": maluca, louca, não gosta de dinheiro ilícito, doida, desajustada, misantropa... Fala sério, isso não é um país, é um bairro, e da periferia...

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