"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O VEADO DE OURO OU O NOBEL TUPINAMBÁ...











































O abonado prêmio Nobel deste ano já foi dividido entre sete ou oito sortudos. O de literatura ficou com o poeta suéco Tomas Transtoemer; o de química com o judeu Daniel Shechtman; o de paz com a iemenita Tawakul e com as liberianas Ellen e Leymah. Os 10 milhões de Coroas Suecas ao Nobel de medicina foram embolsados pelos americanos Bruce Beutler, Jules Hoffman e pelo canadense Ralph Steinman etc., etc. Para nós dessa desvairada América Latina sobram apenas os Big Brothers de todos os anos e o jogo de hoje a noite pelo qual os fanáticos já estão ansiosos. Enquanto nosso Primeiro Grau continuar como está, podemos perder as esperanças e seguir, meio ébrios, meio melancólicos, contentando-nos com outros prêmios mais modestos, como o VEADO DE OURO - por exemplo -, com o qual foi agraciado nesta semana um de nossos ilustres deputados.

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