"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Brasília 50 anos: A urbe e o chouvinismo 2.


Por escassez de gente honrada no aqui e no agora, costuma-se ir lá nos cemitérios do ontem desenterrar cadáveres aos quais se  atribuiu falsa e interesseiramente algum tipo de heroísmo... Malabarismo melancólico!

A festa continua. São inúmeras as igrejas que instalaram suas sacristias e seus oráculos por aqui. Os coroínhas e os pastores gritam para evitar a dispersão do rebanho. E pelo que se ve a turba comendo e bebendo por aí, somado ao sol demoníaco de quarenta graus e à secura, amanhã os ambulatórios e as clínicas estarão congestionadas...  E, claro, faltarão agulhas, seringas, aspirinas, talão de receitas, recepcionistas, médicos...

Um comentário:

  1. é humilhante...isso é que é dar a cara, a outra face pra bater!

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