"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quarta-feira, 3 de março de 2010

UMA HOMENAGEM À PINTORA DEBORA ARANGO...

Aqueles que continuam pensando que a Colombia é  apenas uma gigantesca  refinaria  de  cocaína, um rosário de bombas  e Garcia Marquez ficarão surpresos ao conhecerem Debora Arango e sua obra. E nem precisam ir à Medellin ao Museo de Arte Moderno. Quem não tem acesso ao livro publicado em 86 pela Villegas Editores pode contentar-se com o Google. Las monjas, y el cardenal e/o el recreo; Masacre del 9 de abril; La república; El cachorro; esquizofrenia en la carcel etc, são os títulos de algumas de suas estupendas  pinturas. “La artista antioqueña - escreveu T.Rabinovich Manevich – respondió a una situación política y social sobrepasando a sus maestros y a su época. El “arte duro”, brutal y profundamente humano de cada trabajo suyo no solo fue incomprensible para la década de los años cuarenta sino, además, rechazado y condenado. Fue asi como una obra creada en un ambiente que no le fue propicio debió conformarse con el retiro voluntario de su autora y permanecer en el exílio de una casa en Envigado durante más de 30 años”.

2 comentários:

  1. Caro Bazzo, fui lá no google capturar os quadros ( gostei muito) e deparei-me com a história surpreendente desta artista no www.otraparte.org/corporacion/boletin. Fantástico! Obrigada!

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  2. Nao esquecer de Fernando Botero.

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