"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A língua solta do governador Requião, a cólera dos homossexuais e o manifesto desesperado das mulheres...

A comunidade gay e homossexual do planeta está encolerizada com a última declaração pública do governador do Paraná a respeito do câncer de mama masculino.

Segundo o Governador, "essa história de câncer de mama em homens deve ser o resultado das passeatas gays".

Independentemente das reuniões extraordinárias que essa frase vem causando nas Ongs, Associações e guetos homossexuais, ela tem trazido a tona uma consciência e uma angústia feminina cada vez mais frequente, mas poucas vezes manifesta: a de estarem "perdendo os homens para outros homens" e ficando amorosamente em segundo plano diante da vertiginosa homossexualização masculina do mundo.

Segundo minhas fontes, elas estariam se organizando para, nas próximas Paradas Gays, em cultos religiosos, em portas de fábricas, estádios de futebol, reuniões de feministas, filas de cinema etc, comparecerem em massa, vestindo camisetas com esta frase, escatológica e desesperada, de alerta: Nós também temos cu. (Fato que nos faria admitir que os Adventistas do Sétimo Dia estão certos: o fim dos tempos não está muito distante!).

Ezio Flavio Bazzo

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