"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

domingo, 7 de dezembro de 2008

O sexo e a farsa de cada um


Muito ilustrativo o artigo da jornalista Conceição Tavares (CB deste domingo) sobre a psico sexualidade humana. Apesar do folclore genital de cada uma daquelas categorias, o que fica reafirmado, no final das contas é a velha realidade de que cada sujeito é um poço de segredos exóticos e de ficções miseráveis. Por outro lado, se filosoficamente a sexualidade pode até ser transitória e nômade - como querem alguns professores -, psicologicamente é o transtorno que se diversifica e que empurra o sujeito de um sintoma a outro. De minha parte, em defesa de minha própria orientação psicogenital, gostaria de protestar pelo silêncio e pela omissão que a matéria faz sobre o bestialismo ou, para ser mais cult, à zoofilia.

Ezio Flavio Bazzo

Um comentário:

  1. henry kissinger, sexólatra e diplomata nos anos 70, dizia: "o poder é o maior dos afrodisíacos". sexo nada tem a ver com outros. pode-se gozar com tudo, até com uma outra pessoa. o sexo causa dependência química. cada gozada que damos, com ou sem objeto do gozo, inunda nosso corpo com endorfina. daí a gozada elimina a dor e nos tranquiliza. mas antes, precisamos daquela feniletilamina-peptídica liberada na eminência do medo, do risco, do perígo ou da paixão. que o digam a lasciva família real saudita...

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